A Ligier foi a equipe de Fórmula 1 criada pelo francês Guy Ligier, ex-jogador de rúgbi e ex-piloto de F1. A empresa nasceu como fabricante de carros esporte: depois de deixar as pistas, após a morte do amigo Jo Schlesser, Ligier encomendou ao engenheiro Michel Têtu o JS1. As letras JS, iniciais de Schlesser, batizariam também todos os carros de Fórmula 1 da marca.

A equipe estreou na Fórmula 1 no GP do Brasil de 1976 e correu até o GP do Japão de 1996, somando 9 vitórias. O melhor resultado no Mundial de Construtores foi o 2º lugar de 1980. A base ficou em Vichy de 1976 a 1988 e em Magny-Cours de 1989 a 1996. A última vitória, em Mônaco, em 1996, foi também a última de um carro construído na França.

Em 1988, inscrita como Ligier Loto, a equipe correu com o JS31 e o motor Judd CV (V8 aspirado de 3,5 litros), com René Arnoux (nº 25) e Stefan Johansson (nº 26). Foi um ano difícil: a Ligier não marcou pontos, e no GP de San Marino nenhum dos dois carros se classificou para a largada, algo inédito na história da equipe.

Momentos marcantes

  • Criada por Guy Ligier, ex-jogador de rúgbi e ex-piloto de Fórmula 1.
  • Os carros levavam o prefixo JS, iniciais de Jo Schlesser, amigo de Guy Ligier.
  • Estreou na F1 no GP do Brasil de 1976 e correu até 1996, com 9 vitórias.
  • Melhor resultado no Mundial de Construtores: 2º lugar em 1980.
  • Em 1988, com o JS31 e motor Judd, não marcou pontos.
  • No GP de San Marino de 1988, pela primeira vez nenhum dos dois carros se classificou.