René Arnoux foi um dos pilotos franceses mais marcantes da Fórmula 1 entre 1978 e 1989, período em que competiu por equipes como Martini, Surtees, Renault, Ferrari e Ligier. Ao longo de 12 temporadas, somou 7 vitórias, 18 pole positions, 22 pódios e 181 pontos, números que o consagraram como um dos pilotos mais rápidos de sua geração sem nunca conquistar o título mundial.

Antes de chegar à categoria máxima, Arnoux já havia mostrado talento na Fórmula 2, sendo vice-campeão europeu em 1976 e campeão em 1977, ambos pilotando pela Martini. Sua estreia na F1 veio em 1978, primeiro pela própria Martini e depois pela Surtees, substituindo o italiano Vittorio Brambilla, em um ano de poucas oportunidades para brilhar.

A verdadeira ascensão de Arnoux aconteceu na Renault, equipe que o contratou para 1979 como segundo piloto. Foi nesse período que ele se tornou conhecido do grande público, protagonizando duelos históricos, como a célebre disputa pelo segundo lugar no Grande Prêmio da França em Dijon-Prenois. Seu melhor resultado no campeonato de pilotos foi o terceiro lugar em 1983, já defendendo as cores da Ferrari.

Com 18 pole positions, Arnoux ostenta a terceira maior marca da história da Fórmula 1 entre pilotos que nunca foram campeões mundiais, um símbolo de sua velocidade pura ao volante. Após encerrar sua trajetória na F1 em 1989, ainda participou da temporada inaugural do Grand Prix Masters, em 2005, ao lado de outros veteranos da categoria.

Momentos marcantes

  • Disputou a Fórmula 1 de 1978 a 1989: 165 GPs e 149 largadas.
  • Conquistou 7 vitórias, 18 pole positions e 22 pódios ao longo de sua trajetória.
  • Foi campeão europeu de Fórmula 2 em 1977, após ser vice-campeão em 1976.
  • Seu melhor resultado no campeonato mundial foi o terceiro lugar em 1983, pela Ferrari.
  • Suas 18 poles representam a terceira maior marca da história entre pilotos que nunca foram campeões mundiais.
  • Protagonizou um duelo histórico pelo segundo lugar no GP da França de 1979, em Dijon-Prenois.