Gerhard Berger foi um dos pilotos mais duradouros e respeitados da Fórmula 1 clássica, com 14 temporadas disputadas entre 1984 e 1997. Austríaco nascido em Wörgl, o piloto somou 210 largadas, número que o coloca entre os mais experientes da história da categoria, passando por cinco equipes: ATS, Arrows, Benetton, Ferrari e McLaren.
Berger venceu dez Grandes Prêmios ao longo da carreira, e há uma curiosidade marcante em seu histórico: sua primeira vitória, no GP do México de 1986, e sua última, no GP da Alemanha de 1997, foram também a primeira e a última vitória da Benetton na Fórmula 1, com onze anos de intervalo entre elas. Também venceu corridas vestindo as cores da Ferrari e da McLaren, além de somar 48 pódios, 12 poles e 21 voltas mais rápidas antes de se aposentar em 1997.
Na McLaren, entre 1990 e 1992, Berger foi companheiro de equipe de Ayrton Senna, contribuindo para os títulos de construtores da equipe em 1990 e 1991. A parceria também rendeu uma amizade próxima entre os dois pilotos. Berger ainda viveu um momento crítico em 1989, quando sofreu um grave acidente na curva Tamburello, em Ímola, ao perder a asa dianteira de sua Ferrari.
Momentos marcantes
- Estreou na F1 no GP da Áustria de 1984, pela equipe ATS.
- Com 210 largadas, é um dos pilotos mais experientes da história da Fórmula 1.
- Sua primeira e última vitórias na carreira coincidiram com a primeira e última vitória da Benetton na F1, com 11 anos de diferença.
- Foi companheiro de equipe de Ayrton Senna na McLaren entre 1990 e 1992, ajudando nos títulos de construtores de 1990 e 1991.
- Sofreu grave acidente na curva Tamburello, em Ímola, em 1989, quando perdeu a asa dianteira da Ferrari.
- Encerrou a carreira em 1997 com 10 vitórias, 12 poles, 21 voltas mais rápidas e 48 pódios.






